Avaliação da Aprendizagem Cipriano Luckesi Série Encontros.
https://www.youtube.com/watch?v=R3JH5DIEAXc
terça-feira, 11 de novembro de 2014
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Avaliação Formativa
Se a escola existe para ensinar, de que vale uma
avaliação que só confirma "a doença" da falta de aprendizado , sem
identificá-la ou mostrar sua cura? Avaliação nessa etapa deve ser processual e
destinada a auxiliar o processo de aprendizagem, fortalecendo a auto-estima das
crianças. No que se refere às crianças, a avaliação deve permitir que elas
acompanhem suas conquistas, suas dificuldades e suas possibilidades ao longo de
seu processo de aprendizagem.
A avaliação formativa não tem como pressuposto a
punição ou premiação. Ela prevê que as crianças possuem ritmos e processos de
aprendizagem diferentes.
O QUE PRATICAM AS ESCOLAS?
EXAMES OU AVALIAÇÕES?
EXAMES OU AVALIAÇÕES?
A concepção apresentada pelos PCN a respeito do processo de Avaliação da aprendizagem vai buscar sentido na idéia de compreendê-la como parte de um processo, onde educadores e toda a comunidade escolar encontram elementos para refletir sobre sua prática.
Conforme citação dos Referenciais para a Formação de Professores (SEF, Brasília,1999, p. 24): “Uma educação que se pretende de qualidade precisa contribuir progressivamente para a formação de cidadãos capazes de responder aos desafios colocados pela realidade e de nela intervir".
Veja a matéria na integra clicando no link abaixo:
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AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM DA CRIANÇA SURDA
Artigo por Colunista Portal - Educação - quarta-feira, 27 de março de 2013
O professor deve estabelecer conceitos a serem avaliados
Avaliação é um recurso que o professor utiliza para verificar a aprendizagem do seu aluno e quais as suas dificuldades, ou seja, o que deverá ser trabalhado.
A avaliação diagnóstica dos alunos detecta problemas de aprendizagem ou, simplesmente, testa seus conhecimentos. O professor pretende verificar o que conseguiu transmitir em suas aulas classificá-los como alunos com bom ou mau aproveitamento.
A avaliação também poderá ter a função de promoção, nesse caso ela deve ser contínua. Isso significa que o aluno deve ser avaliado diariamente para que seus progressos sejam percebidos. Não se deve tomar por base somente as provas periódicas, as observações diárias é que irão demonstrar o quanto o aluno aprendeu suas participações e nível de produtividade.
O professor deve ter bom senso e constantemente auto avaliar-se. Perceber se sua maneira de expor os conteúdos e esclarecer seu aluno está adequada. Atualizar-se e aprender com a própria prática. Verificar em que medida suas estratégias estão contribuindo para a aprendizagem dos alunos.
No caso dos alunos surdos, é fundamental considerar alguns aspectos:
- Por ter uma língua materna (Libras) diferente da sua língua de instrução (Língua Portuguesa) ele terá muita dificuldade, se comparado ao resto da turma.
- Suas dificuldades não podem ser consideradas com os mesmos critérios que os demais alunos.
- Esse baixo desempenho em Língua Portuguesa não deve servir como referência para se medir os conteúdos aprendidos pelo aluno.
Para que não seja feita uma avaliação injusta, o professor deve estabelecer conceitos a serem avaliados. Suas dificuldades em compreender textos lidos em português certamente irão refletir em seu modo de redigir seus próprios textos. Poderá apresentar textos com vocabulário empobrecido, frases aparentemente sem sentido e muito semelhantes a estrutura da LIBRAS, que é sua língua natural.
Algumas mudanças e adaptações são necessárias no momento de avaliar:
- O aluno surdo deve ter acesso ao uso de Dicionário.
- Deverá estar acompanhado do intérprete de Libras.
Alguns critérios a serem observados:
- O mais importante é o conteúdo (nível semântico) e a coerência e sequência lógica de ideias.
- Não se deve supervalorizar a habilidade em Língua Portuguesa.
- Não ignorar suas dificuldades em Língua Portuguesa, porém, deve ser considerado seu perfil.
- Considerar que as suas dificuldades decorrem do fato de que a Língua Portuguesa é uma segunda língua para esse aluno.
- Jamais comparar o texto de um aluno surdo com o de outro aluno ouvinte.
O principal aspecto a ser considerado é que o aluno demonstre competência para utilizar os conhecimentos adquiridos em seu cotidiano.
Ao avaliar a produção escrita de um aluno surdo, não deve se ater à forma e sim ao conteúdo, priorizando a coerência, originalidade e autoria das ideias. Embora o português não seja sua língua nativa é possível que ele possa alcançar os objetivos propostos.
Cada aluno é diferente, com ou sem uma limitação. O educador teve ter um olhar para cada um, respeitando suas particularidades.
A avaliação diagnóstica dos alunos detecta problemas de aprendizagem ou, simplesmente, testa seus conhecimentos. O professor pretende verificar o que conseguiu transmitir em suas aulas classificá-los como alunos com bom ou mau aproveitamento.
A avaliação também poderá ter a função de promoção, nesse caso ela deve ser contínua. Isso significa que o aluno deve ser avaliado diariamente para que seus progressos sejam percebidos. Não se deve tomar por base somente as provas periódicas, as observações diárias é que irão demonstrar o quanto o aluno aprendeu suas participações e nível de produtividade.
O professor deve ter bom senso e constantemente auto avaliar-se. Perceber se sua maneira de expor os conteúdos e esclarecer seu aluno está adequada. Atualizar-se e aprender com a própria prática. Verificar em que medida suas estratégias estão contribuindo para a aprendizagem dos alunos.
No caso dos alunos surdos, é fundamental considerar alguns aspectos:
- Por ter uma língua materna (Libras) diferente da sua língua de instrução (Língua Portuguesa) ele terá muita dificuldade, se comparado ao resto da turma.
- Suas dificuldades não podem ser consideradas com os mesmos critérios que os demais alunos.
- Esse baixo desempenho em Língua Portuguesa não deve servir como referência para se medir os conteúdos aprendidos pelo aluno.
Para que não seja feita uma avaliação injusta, o professor deve estabelecer conceitos a serem avaliados. Suas dificuldades em compreender textos lidos em português certamente irão refletir em seu modo de redigir seus próprios textos. Poderá apresentar textos com vocabulário empobrecido, frases aparentemente sem sentido e muito semelhantes a estrutura da LIBRAS, que é sua língua natural.
Algumas mudanças e adaptações são necessárias no momento de avaliar:
- O aluno surdo deve ter acesso ao uso de Dicionário.
- Deverá estar acompanhado do intérprete de Libras.
Alguns critérios a serem observados:
- O mais importante é o conteúdo (nível semântico) e a coerência e sequência lógica de ideias.
- Não se deve supervalorizar a habilidade em Língua Portuguesa.
- Não ignorar suas dificuldades em Língua Portuguesa, porém, deve ser considerado seu perfil.
- Considerar que as suas dificuldades decorrem do fato de que a Língua Portuguesa é uma segunda língua para esse aluno.
- Jamais comparar o texto de um aluno surdo com o de outro aluno ouvinte.
O principal aspecto a ser considerado é que o aluno demonstre competência para utilizar os conhecimentos adquiridos em seu cotidiano.
Ao avaliar a produção escrita de um aluno surdo, não deve se ater à forma e sim ao conteúdo, priorizando a coerência, originalidade e autoria das ideias. Embora o português não seja sua língua nativa é possível que ele possa alcançar os objetivos propostos.
Cada aluno é diferente, com ou sem uma limitação. O educador teve ter um olhar para cada um, respeitando suas particularidades.
http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/41155/avaliacao-de-aprendizagem-da-crianca-surda
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
O ato de avaliar a aprendizagem implica em
acompanhamento e reorientação permanente da aprendizagem. Ela se realiza
através de um ato rigoroso e diagnóstico e reorientação da aprendizagem tendo
em vista a obtenção dos melhores resultados possíveis, frente aos objetivos que
se tenha à frente. E, assim sendo, a avaliação exige um ritual de
procedimentos, que inclui desde o estabelecimento de momentos no tempo,
construção, aplicação e contestação dos resultados expressos nos instrumentos;
devolução e reorientação das aprendizagens ainda não efetuadas. Para tanto,
podemos nos servir de todos os instrumentos técnicos hoje disponíveis, contanto
que a leitura e interpretação dos dados seja feita sob a ótica da avaliação,
que é de diagnóstico e não de classificação. O que, de fato, distingue o ato de
examinar e o ato de avaliar não são os instrumentos utilizados para a coleta de
dados, mas sim o olhar que se tenha sobre os dados obtidos: o exame classifica
e seleciona, a avaliação diagnostica e inclui.
Avaliação
O conjunto de referências que faz da avaliação um procedimento
necessário para definir prioridades e garantir a qualidade do ensino, leva a
União a elaborar um sistema de avaliação capaz de diagnosticar e indicar
necessidades de controle e correções de rumos na política educacional
coordenada pelo MEC, em colaboração com os Estados e Municípios.
Essas questões nos indicam que o desafio não está somente em desenvolver
metodologias de avaliação para a educação básica e para o ensino médio em
particular, mas como se podem tornar coerentes objetivos e metodologias. Afinal
de contas, a avaliação do desempenho do aluno contribui para a política
educacional constituindo-se em um componente da avaliação dos sistemas de
ensino.
A avaliação de desempenho dos alunos do ensino médio é uma das
estratégias para a avaliação dos sistemas, com o objetivo de definir
prioridades por parte da União e dos Estados, que possam ser necessárias para a
definição ou redirecionamento dos rumos da política educacional.
Referências:
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
O que é avaliação?
A verdadeira avaliação deve ser útil, viável, ética e precisa. Esta é a afirmação da Profª. Thereza Penna Firme, que diz que este conjunto integrado deve alcançar o seu grande propósito: “promover o desenvolvimento e o aperfeiçoamento do indivíduo, programa, instituição, sistema e da sociedade em geral”. O Profº. Cipriano Luckesi complementa ao dizer que avaliar é investigar a realidade dos resultados de uma determinada ação. “No início de qualquer ação temos metas; a avaliação subsidia chegar aos resultados desejados na medida em que diagnostica o que está ocorrendo e, por isto, aponta para a possibilidade de correção das ações”, explica Luckesi.
Veja a matéria na íntegra clicando no link abaixo:
http://www.editoramelo.com.br/?page_id=6
A verdadeira avaliação deve ser útil, viável, ética e precisa. Esta é a afirmação da Profª. Thereza Penna Firme, que diz que este conjunto integrado deve alcançar o seu grande propósito: “promover o desenvolvimento e o aperfeiçoamento do indivíduo, programa, instituição, sistema e da sociedade em geral”. O Profº. Cipriano Luckesi complementa ao dizer que avaliar é investigar a realidade dos resultados de uma determinada ação. “No início de qualquer ação temos metas; a avaliação subsidia chegar aos resultados desejados na medida em que diagnostica o que está ocorrendo e, por isto, aponta para a possibilidade de correção das ações”, explica Luckesi.
Veja a matéria na íntegra clicando no link abaixo:
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